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sábado, 2 de abril de 2011

E essa tal felicidade?

Imagem: Google
A pergunta que ficou depois da leitura... Felicidade conjugal existe?

Bem felicidade é um momento efêmero valorizado.
O que conta é a valorização.
Por muito tempo Macha valorizou aquela felicidade que ela julgará ser a única existente. Nesse caso a valorização lhe trouxe tristeza, pois não mais a tinha, se instalou a melancolia. Mas depois de uma catarse, ela percebe que a felicidade sempre estará ali, basta valorizá-la.

Porque não somos sempre felizes? 

Não sabemos valorizar o que nos faz bem?

Bem... o texto é muito bom. 
Leve e tranquilo! 
Diferente do meu pré-conceito com escritores russos.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Felicidade se conjuga?



Definitivamente não. Felicidade é substância abstrata que sentimos sozinho. Compartilhamos nosso bom humor, nosso brilho, nossa empolgação, mas o que sentimos, só nós sabemos. O casal não consegue unir sua felicidade, entretanto compartilham (talvez pra sempre) tudo que é consequência da presença ou da ausência desse estado de graça dentro de si.
Lemos tantos contos de fadas enquanto somos criança, mas só depois de adulto alcançamos o entendimento da expressão "e viveram felizes para sempre..." E, nesta obra, Tolstói o traduziu perfeitamente com este trecho:

"A partir daquele dia, terminou meu romance com meu marido. O antigo sentimento tornou-se uma recordação preciosa, mas impossível de renascer. Um novo sentimento de amor aos meus filhos e ao pai deles, deu início a uma nova vida feliz, mas diferente, que ainda estou começando a viver."
(Tolstói - A felicidade conjugal)