segunda-feira, 9 de maio de 2011

Um café no país das maravilhas




O grupo Café com leitura reuniu-se no último dia 30 para a discussão sobre o filme A menina no país das maravilhas e do livro Alice no país das maravilhas. Infelizmente, o encontro não ocorreu no café planejado. Improvisaram o encontro num café pequenininho chamado Grão Espresso que fica localizado dentro de um supermercado.
Café aconchegante, poucas integrantes, foi assim que se deu o encontro. E o passeio entre a história de Alice e de Phoebe convergeram para o mesmo ponto: inquietude. Ambas queriam saber sempre mais sobre si e, consequentemente, sobre o outro. E não é fácil ser inquieto, nem na ficção.
Em breve, as interpretações sobre a viagem ao mundo das maravilhas serão expostas.
A todos um bom passeio!

Para o próximo encontro:
Tema: literatura
Livro: O conto da ilha desconhecida - José Saramago
Indicação de Lila.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Laços eternos


Independente de como as encontramos, se por acaso, se combinado, se escolhido. Os laços maternos não se rompem. Os ensinamentos maternos não se perdem.
E, dificilmente não faremos algo bem parecido ou idêntico aquilo que nelas criticamos. 

terça-feira, 26 de abril de 2011

O clube da Felicidade e da Sorte


Oito mulheres. 
Duas gerações.

Quatro mães. Quatro filhas. 

Oito histórias.
Duas pátrias.

Uma esperança.

Liberdade.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O que é nosso?


Diante de histórias impressionantes a que me tocou de uma maneira marcante foi a de An-Mei e Rose, mãe e filha que trouxeram em si a semente de uma geração, apesar da enorme distância entre elas.

Doar-se demais é não se dar o devido valor, temos que nos colocar. Temos que ser em um relacionamento. Isso é o que nos faz chamarmos de RELACIONAMENTO.  Tem que existir dois. A passividade faz com que a relação vire um monólogo, e ninguém quer relacionar-se para se sentir único.
Essa parte do filme retrata bem isso:

Você é como minha mãe. Nunca sabe o seu próprio valor. Até que seja tarde demais.
Imagem: Google
Eu lhe conto essa história porque fui criada à maneira chinesa. Foi-me ensinado a nunca desejar nada, engolir miséria alheia e para absorver minhas próprias amarguras. E apesar de eu ter ensinado a minha filha o oposto, ainda assim ela se tornou do mesmo modo. Talvez porque ela seja minha filha, uma menina. E eu sou filha da minha mãe e nasci uma menina. Todas nós como degraus de uma escada, uma após a outra, degrau acima, degrau abaixo, mas no final indo para o mesmo caminho.
Mas, não, assim não pode ser. Isso que você faz, é não saber o seu valor próprio. Isso não começou com você.
An-Mei falando para a sua filha Rose

sexta-feira, 15 de abril de 2011

[...]

“Um cisne era um pato que esticou seu pescoço na esperança de se tornar um ganso, e agora veja - ficou muito bonito para se comer”. 

De O clube da felicidade e da sorte.